A ABEMEC-PB (Associação
Brasileira de Engenheiros Mecânicos - Seção Paraíba) é a entidade que
representa, valoriza e defende os direitos dos profissionais de Engenharia
Mecânica e Industrial no Estado. Ela atua ativamente na integração da categoria
junto ao CREA-PB.
Origem e
Fundação.
A
associação possui uma forte raiz institucional no estado, criada por abnegados,
com seu registro de atuação e formalização datada em 3 de junho de 2019. A
entidade atua para congregar engenheiros (as), estudantes e profissionais de
modalidades coligadas, promovendo a capacitação técnica e o avanço tecnológico
na Paraíba.
O segmento
da Engenharia Mecânica e Industrial se fortalece quando sua representatividade
é bem estabelecida, o que permite defender suas demandas e reivindicações junto
aos Conselhos Federais. A entidade foi fundada com o objetivo de preencher a
lacuna de uma representação regional sólida para os profissionais das áreas
mecânica e metalúrgica na Paraíba. Suas principais áreas de atuação incluem a
representação profissional, o desenvolvimento técnico e a defesa da sociedade.
Nossa missão é acompanhar
e apoiar cada criança e sua família, promovendo desenvolvimento, acolhimento e
qualidade de vida em todas as fases dessa jornada. Para mais informações ou
agendar um atendimento, entre em contato pelo WhatsApp: (83) 99633-8300.
Na Clínica Diluz, temos
uma equipe multidisciplinar pronta para acompanhar o desenvolvimento infantil e
adolescente, com profissionais de diversas áreas para oferecer um atendimento
personalizado e focado nas necessidades de cada criança e família. Oferecemos
serviços como psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicopedagogia,
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Rua Lindolfo Gonçalves
Chagas nº 382 Bancários, João Pessoa PB.
Simpósio da ABEMEC PB,
Associação Brasileira de Engenheiros Mecânicos e Industriais) presentes
engenheiros, engenheiras, estudantes e brilhantes palestrantes apresentaram
temas interessantes que me proporcionaram muito aprendizado.
Sob a liderança do
presidente Engenheiro Mauricio Timotheo, o evento foi um enorme sucesso.
Por Laercio
Silva
Jornalista
especializado em segurança no trabalho, ergonomia aplicada e higienista
ocupacional.
Palestra Qualidade do ar
interior.
Com base nos pontos
abordados nas palestras do Engenheiros Mecânicos Osny do Amaral e José Luiz, Baseadas
no Plano Nacional de Qualidade do Ar Interior (PNQAI), preparei uma
matéria jornalística estruturada e uma proposta de ações e periodicidade para o
PMOC.
Invisível, mas Vital:
Engenheiros Alertam para o Impacto da Qualidade do Ar Interior na Saúde e
Produtividade.
A qualidade do ar em
ambientes fechados vai muito além do mero conforto térmico.
Em recente exposição, o
engenheiro especializado atuante na prática do Plano Nacional de Qualidade
do Ar Interior (PNQAI), trouxe dados alarmantes e orientações técnicas
sobre como o ar viciado e degradado impacta diretamente a saúde pública, a
segurança jurídica das empresas e a economia. Segundo estudos estatísticos
baseados em atestados médicos emitidos, cerca de 14% das faltas ao trabalho
são causadas por doenças respiratórias agravadas pela má conservação de
sistemas de climatização.
O que é o PMOC e Qual o
seu Objetivo?
O Plano de Manutenção,
Operação e Controle é um conjunto de documentos e procedimentos que garante que
o sistema de climatização esteja limpo e operando com eficiência.
Benefício Principal:
Além de assegurar saúde, bem-estar e produtividade aos ocupantes, o PMOC confere
segurança jurídica aos proprietários e gestores do imóvel diante da
fiscalização sanitária e Ministério do taralho, evitando multas pesadas e
processos legais por negligência em saúde coletiva.
Quem pode executar e
assinar o PMOC?
O planejamento e a
responsabilidade técnica do PMOC podem ser legalmente assumidos por Engenheiros
(Mecânicos ou com atribuições correlatas) e Técnicos devidamente registrados em
seus conselhos de classe profissionais.
Boas Práticas na Execução
da Limpeza:
Cuidados Elétricos:
Antes de qualquer intervenção úmida, o desligamento e isolamento da parte
elétrica são obrigatórios.
Jato de Água sob Pressão:
Essencial para a desincrustação mecânica das serpentinas e filtros.
Bolsa Coletora de Dejetos:
Uso indispensável de bolsas de contenção durante a higienização quando a
manutenção seja realizada no ambiente para evitar que a sujeira e os
produtos químicos contaminem o ambiente ao redor do aparelho.
O Risco Silencioso:
O ser humano inspira oxigênio
e expira gás carbônico, em ambientes sem a devida renovação do ar, a
concentração de gás carbônico se eleva gerando sonolência, cefaleia e queda
drástica na produtividade.
O engenheiro Osny, também
alertou para os riscos presentes com uso do ar-condicionado no interior dos
automóveis, manter os vidros totalmente fechados por longos períodos sem
renovação de ar pode elevar os níveis de poluentes e causar fadiga extrema,
tornando-se uma causa subestimada de acidentes e episódios de "dormir ao volante".
Um ar-condicionado mal
regulado (com temperaturas muito abaixo ou filtros sujos) aumenta o consumo de
energia em até 30% e causa problemas respiratórios, como rinite e garganta
seca. Para garantir eficiência e saúde, devemos manter o aparelho entre 21°C e
26°C temperatura ideal de conforto e saúde do corpo humano.
Além disso, extremos
térmicos e a falta de controle da umidade (que resseca as vias aéreas) abrem
portas para infecções.
Biossegurança e
Tecnologias de Higienização em ambiente hospitalar:
Para combater a
proliferação de microrganismos e evitar a formação de UFC (Unidades Formadoras
de Colônias) de fungos e bactérias, grandes vilãs em quadros de infecção
hospitalar, o setor deve dispor de tecnologias avançadas voltadas para biossegurança:
O uso de Peróxido de Hidrogênio e
Ionizadores:
Utilizados
para a higienização ativa e purificação do fluxo de ar.
Uso de Etiquetas de "Ar
Puro": Rastreabilidade e garantia visual de
que o equipamento passou por manutenção.
Acessórios de Fluxo:
O uso de telas direcionadoras ajuda a reduzir a velocidade do vento direto
sobre os ocupantes, mitigando o desconforto.
Palestra preservação de
vidas e Patrimônio em edificações de múltiplos andares, ministrada pelo Engenheiro
mecânico Germano Pordeus.
A palestra abordou sistemas
de controle de fumaça e pressurização de escadas e corredores das edificações
que são vitais na proteção contra incêndios em edifícios altos.
Essas técnicas criam
rotas de fuga mais seguras, expulsam gases tóxicos, facilitam a ação dos
bombeiros e salvam vidas. A tecnologia moderna utiliza simulações
computacionais avançadas para garantir a máxima eficiência desses sistemas.
As principais estratégias
e tecnologias para o controle de fumaça em edificações incluem:
Pressurização de Escadas:
Consiste no uso de ventiladores mecânicos para injetar ar limpo nas
escadas de emergência. Isso cria uma pressão positiva que impede a entrada
da fumaça, mantendo a rota de fuga com melhor visualização e desobstrução
para a evacuação segura facilitação do acesso dos bombeiros.
Exaustão de Subsolo:
Sistemas mecânicos projetados para extrair rapidamente o ar quente,
poluído e tóxico de áreas subterrâneas em caso de incêndio, melhorando a
visibilidade e reduzindo os riscos de explosão.
Análise Fluidodinâmica Computacional
(CFD): projeto Técnico de engenharia que
utiliza computadores e métodos numéricos para simular digitalmente o
comportamento do fogo, a transferência de calor e o escoamento de gases em
um edifício. Permite prever como a fumaça se espalhará antes mesmo de o
prédio ser construído ou reformado.
Portas Corta-Fogo:
Elementos passivos essenciais que contêm o avanço do fogo e da fumaça
entre os ambientes, garantindo o tempo necessário para que as pessoas
alcancem as áreas de escape pressurizadas.
Para implementar e
dimensionar essas soluções, os projetos devem seguir diretrizes rigorosas, como
a ABNT NBR 14880 (controle de fumaça por pressurização) e as diretrizes do
Corpo de Bombeiros do seu estado.
Palestra Elevadores características,
operação, manutenção e confiabilidade, ministrada por Syrlei Feitosa,
diretora da ABEEL Associação Brasileira das Empresas de Elevadores.
Syrlei, iniciou abordando
a importância manutenção preventiva dos elevadores sendo fundamental para
mitigar o desgaste natural pelo uso e evitar acidentes. O sistema de freios é o
dispositivo de segurança mais crítico, exigindo inspeções regulares.
Desgaste pelo tempo de
uso:
Elevadores domésticos
(residenciais/unifamiliares): Sofrem menor tráfego, mas seus componentes
(cabos de tração, pistões hidráulicos e polias) ressecam e sofrem fadiga
natural. Devem passar por manutenção e lubrificação frequentes.
Elevadores comerciais:
Suportam centenas ou milhares de viagens diárias. O desgaste de guias,
contatos elétricos, portas e inversores de frequência é acelerado. A
exigência de peças de reposição e revisão é intensiva.
A importância dos freios:
O sistema:
O freio do elevador tem sua função principal em atuar como um dispositivo
de emergência para manter a cabine parada no andar é um limitador de
velocidade, travar o elevador nos trilhos caso ocorra falha nos cabos ou
excesso de velocidade.
A responsabilidade pela segurança e a
fiscalização são compartilhadas entre condomínios, empresas especializadas e o
poder público.
Normatização:
Todos os equipamentos devem seguir estritamente as diretrizes da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), como a ABNT NBR 16083
(manutenção) e a ABNT NBR 12892 (elevadores unifamiliares).
Síndicos e Administradores:
O Código Civil brasileiro responsabiliza civil e criminalmente o síndico e
administradores por não zelar pela segurança e conservação das áreas
comuns e equipamentos do edifício.
Empresa Conservadora:
É a prestadora de serviço contratada que emite laudos e realiza a
manutenção preventiva mensal e eventuais reparos corretivos ou preventivo.
Órgãos Municipais:
Em João Pessoa, a Prefeitura de João Pessoa (PMJP) fiscaliza os
equipamentos por meio da Secretaria de Planejamento (SEPLAN) ou da Defesa
Civil Municipal, amparada por legislações como a Lei de InspeçãoPredial
(Lei Ordinária Nº 1955/2021), garantindo a segurança de edifícios públicos
e privados.
Conselho de Classe:
O CREA-PB (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) fiscaliza o exercício
do engenheiro responsável que deve possuir habilitação legal para exercer
a atividade.
A Associação dos
Engenheiros de Segurança do Trabalho do RN (AEST RN), em parceria com a
Associação Lusófona de Engenharia, Segurança do Trabalho e Saúde Ambiental (ALESSA),
realizará, nos dias 28 e 29 de agosto de 2026, no SEST
SENAT, em Natal / RN, o IV CONESSO - Congresso Norte e
Nordeste de Segurança e Saúde Ocupacional
O IV CONESSO já tem data
marcada e você não pode ficar de fora desse grande encontro da Segurança e
Saúde Ocupacional!
28 e 29 de agosto de 2026 Natal/RN no SEST SENAT.
Serão dois dias de muito conhecimento, troca de experiências e conexões com
profissionais de todo o Brasil.
Garanta sua vaga agora e venha fazer parte desse evento que vai marcar o setor!
A submissão de trabalhos
para o IV CONESSO 2026 já está disponível!
Esta
é a oportunidade de compartilhar pesquisas, experiências e projetos que
contribuem para o avanço da Segurança e Saúde Ocupacional.
Profissionais, pesquisadores e estudantes já podem preparar seus trabalhos e
participar de um dos maiores encontros da área no Norte e Nordeste.
Venha fazer parte das discussões que impulsionam inovação, conhecimento e
desenvolvimento na SST.
“Depois de
duas edições presenciais bem-sucedidas em Salvador BA, agora é hora de uma nova
experiência”. Em 2026, o Café com Segurança presencial acontecerá em Vitória ES,
reunirá profissionais, especialistas, gestores, contadores, profissionais de
recursos humanos e líderes que acreditam que a Segurança e Saúde no Trabalho
devem ser discutidas em um nível estratégico. O evento será realizado 31 de
julho e 01 de agosto de 2026 no Century Plaza Apart Hotel, o 1º Hot Seat de SST
do Brasilcriado para aqueles que desejam participar de conversas que
influenciam decisões, analisam experiências reais e ampliam a visão sobre os
desafios e oportunidades da área.
O encontro
a SST é discutido como um ativo de liderança, gestão, inovação e
competitividade. Para manter a qualidade das conexões e da divulgação, apenas
100 participantes serão aceitos.
Evento organizado
pela empreendedora Iva Barbosa, especialista em engenharia de segurança do
trabalho, presidente da ANEST - Associação Nacional de Engenharia de
Segurança do Trabalho, profissional muito respeitada no Brasil. Ela criou o
programa "Café Com Segurança", que tem como objetivo reunir
profissionais das áreas de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) programa que
ajuda nos negócios facilita a compreensão de questões relacionadas à eficiência
e qualidade nas organizações por meio da SST.
Jornalista especializado em segurança no trabalho, ergonomia aplicada e higienista ocupacional.
Criação do Corpo
de Bombeiros no Brasil.
Em 02 de
julho de 1856, o Imperador Dom Pedro II assinou o Decreto Imperial nº 1775,
criando o Corpo Provisório de Bombeiros da Corte no Rio de Janeiro RJ, que foi
o primeiro Corpo de Bombeiros do Brasil.
Fundação do
Corpo de Bombeiros na Paraíba.
Há 109
anos, o Governador da Paraíba Camilo de Holanda estabeleceu a primeira Seção de
Bombeiros no estado, por meio do Decreto nº 844. No começo, ela estava
vinculada à antiga Força Pública, tendo sido criada após uma série de incêndios
que demonstraram a necessidade de um serviço especializado para prevenir e
combater incêndios na capital paraibana.
No início,
o efetivo era composto por 30 homens cuja principal função era combater
incêndios. Com o passar do tempo, a instituição expandiu suas
responsabilidades, passando a atuar também em resgates, salvamentos,
atendimento pré-hospitalar, defesa civil e ações preventivas em todo o
território estadual.
Atualmente,
o Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba atua em diversas regiões do estado e
desempenha um papel crucial na proteção da população, sendo uma das
instituições mais tradicionais de segurança pública na Paraíba.
O Corpo de
Bombeiros de Campina Grande PB.
Oficialmente
inaugurado em 7 de setembro de 1953, sob o comando do 2º tenente PM Manoel
Brás. Seu lema era "VIDA ALHEIA E RIQUEZAS A SALVAR". A origem da
corporação remonta à Lei nº 31, de 10 de novembro de 1947, emitida pelo Governo
do Estado e publicada no Diário Oficial em 11 de novembro do mesmo ano, durante
a administração do então governador Osvaldo Trigueiro e Albuquerque Melo. Essa
lei criou uma seção na cidade, que ficou subordinada à sede estadual na
capital.
No ano 2007,
através da Lei número 8.444, o Corpo de Bombeiros de Campina Grande passou a se
chamar "2º Batalhão de Bombeiros Militar".
Jornalista especializado
em segurança no trabalho, ergonomia aplicada e higienista ocupacional.
Dois tipos de acidentes registrados como acidentes de
trânsito e aéreo, mas na verdade são acidentes de trabalho.
Um entregador de gás e água faleceu em um acidente envolvendo uma
motocicleta e um carro no bairro Padre Zé, em João Pessoa, na manhã deste
sábado (6). Ele estava realizando uma entrega enquanto pilotava a moto quando o
acidente ocorreu. A vítima morreu no local.
A cantora Marília Mendonça, e mais cinco pessoas morreram em um
acidente aéreo em 5 de novembro de 2021, na cidade de Piedade de Caratinga,
Minas Gerais. O avião em que estavam colidiu com cabos de transmissão de
energia e caiu em uma área de cachoeira. As vítimas incluíam o piloto,
copiloto, produtor, assessor e músico.
O que é a Subnotificação? A subnotificação ocorre quando um acidente ou doença relacionada
ao trabalho não é registrado nos sistemas oficiais. No Brasil, isso gera uma
enorme discrepância: enquanto os dados oficiais registram 806.000 mil acidentes
por ano, estudos apontam que o número real de vítimas pode ser quase sete vezes
maior.
Precarização do Trabalho: A deterioração das condições laborais atua diretamente no
mascaramento dos dados estatístico.
Trabalho em Plataformas Digitais: Entregadores e motoristas
de aplicativo e trabalhadores (as) "autônomos" em casos de acidentes
e doenças ocupacionais não emitem a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) e
não têm amparo formal e registro no sistema previdenciário.
A subnotificação de acidentes de trabalho é um grande problema no
Brasil. Isso significa que o número real de acidentes é muito maior do que os
dados oficiais divulgados pelo Ministério do Trabalho. Os números oficiais já
são alarmantes, mas a situação nos bastidores é ainda pior. No último ano, o
Brasil teve mais de 800.000 mil acidentes e 3.600 mortes registradas relacionadas
ao trabalho, especialistas apontam que a subnotificação real pode chegar a 70%
a 80% dos casos devido a falhas no sistema e omissão de registros. O Brasil com
dados estatísticos considerados questionáveis, ocupa o 4º lugar mundial em
acidentes de trabalho, atrás apenas da China, Estados Unidos e Rússia, e o 2º
lugar em mortalidade laboral entre os 19 países do G20, segundo a OIT e o
Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho.